Entrego o que tenho. Entrego tudo o que tenho para me ver livre dos demónios.
Vivem debaixo da minha pele como sanguessugas que me feriram fundo os medos, que penetraram nas ranhuras das unhas dos meus dedos para me fazerem dizer que não. Os demónios não me dão sossego, os demónios tiram-me a razão! E até o sentir que já senti foge, como abutre inconsolado, rastejante lagarto alado, não tem já o que comer. Guardou tudo p'rós demónios, esses seres fúteis e erróneos que quero ver morrer.
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