No início era o tudo:
Uma ostentação cíclica do melhor e do pior do que é humano, uma criação imaginada sobre o nós e os outros, tal criatividade nos era inferida pela vontade do amor.
Eram as palavras as partes do real, e o papável, tão só, na falta de condescendência do que rodeia a imensidão das tretas que tanto se desejam, ainda.
No início, sem querer, as viagens entre os conhecimentos que se faziam do nós e do vós, essa criação. O desejo do tudo passa facilmente ao desejo das partes, tentava-se cuidar a consciência de que o tudo era mais que o nada, mas como tal, tão vago.
Quando do vazio se criam essas tretas, o pouco parece muito, o nada parece tudo, e o início era quase o fim.
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